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	    <title>Educa - Questão do Dia</title>
	    <link>http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm</link>
	    <description>Questão do Dia</description>
		<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 03:59:00 -0300</lastBuildDate>
	    <language>pt-br</language>   
		<copyright>Educa</copyright>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Química]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(Fuvest &#8211; 2011)&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O acidente ocorrido em abril de 2010, em uma plataforma de petr&#243;leo no Golfo do M&#233;xico, colocou em risco o delicado equil&#237;brio do ecossistema da regi&#227;o. Al&#233;m da tentativa de conten&#231;&#227;o, com barreiras f&#237;sicas, de parte do &#243;leo derramado, foram utilizados dispersantes qu&#237;micos. Dispersantes s&#227;o compostos que cont&#234;m, em uma mesma mol&#233;cula, grupos compat&#237;veis com &#243;leo (lipof&#237;licos) e com &#225;gua (hidrof&#237;licos).&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Levando em conta as informa&#231;&#245;es acima e com base em seus conhecimentos, indique a afirma&#231;&#227;o correta.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
(A) O uso de dispersantes &#233; uma forma de eliminar a polui&#231;&#227;o a que os organismos mar&#237;timos est&#227;o expostos.&#60;br /&#62;
(B) Acidentes como o mencionado podem gerar novos dep&#243;sitos de petr&#243;leo, visto que a forma&#231;&#227;o desse recurso depende da concentra&#231;&#227;o de compostos de carbono em ambientes continentais.&#60;br /&#62;
(C) Entidades internacionais conseguiram, ap&#243;s o acidente, a aprova&#231;&#227;o de san&#231;&#245;es econ&#244;micas a serem aplicadas pela ONU &#224;s empresas e pa&#237;ses que venham a ser responsabilizados por novos danos ambientais.&#60;br /&#62;
(D) A presen&#231;a de petr&#243;leo na superf&#237;cie da &#225;gua, por dificultar a passagem da luz, diminui a taxa de fotoss&#237;ntese realizada pelo zoopl&#226;ncton, o que, no entanto, n&#227;o afeta a cadeia alimentar.&#60;br /&#62;
(E) Os dispersantes aumentam a quantidade de petr&#243;leo que se mistura com a &#225;gua, por&#233;m n&#227;o o removem do mar.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3469]]></link>
				<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Física]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFSCar &#8211; 2005)&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Em um piso horizontal um menino d&#225; um empurr&#227;o em seu caminh&#227;ozinho de pl&#225;stico. Assim que o contato entre o caminh&#227;ozinho e a m&#227;o do menino &#233; desfeito, observa-se que em um tempo de 6 s o brinquedo foi capaz de percorrer uma dist&#226;ncia de 9 m at&#233; cessar o movimento. Se a resist&#234;ncia oferecida ao movimento do caminh&#227;ozinho se manteve constante, a velocidade inicial obtida ap&#243;s o empurr&#227;o, em m/s, foi de&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
(A) 1,5. &#60;br /&#62;
(B) 3,0. &#60;br /&#62;
(C) 4,5. &#60;br /&#62;
(D) 6,0. &#60;br /&#62;
(E) 9,0.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3468]]></link>
				<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Matemática]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UNIFESP &#8211; 2009)&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Uma pessoa resolveu fazer sua caminhada matinal passando a percorrer, a cada dia, 100 metros mais do que no dia anterior. Ao completar o 21.. dia de caminhada, observou ter percorrido, nesse dia, 6 000 metros. A dist&#226;ncia total percorrida nos 21 dias foi de:&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
(A) 125 500 m. &#60;br /&#62;
(B) 105 000 m. &#60;br /&#62;
(C) 90 000 m.&#60;br /&#62;
(D) 87 500 m. &#60;br /&#62;
(E) 80 000 m.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3467]]></link>
				<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Português]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UNIFESP &#8211; 2011)&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Leia o texto.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
O cyberbullying &#233; um problema crescente justamente porque os jovens usam cada vez mais a tecnologia. Ana, 13 anos, j&#225; era perseguida na escola &#8211; e passou a ser acuada, prisioneira de seus agressores via internet. Hoje, vive com medo e deixou de adicionar &#8220;amigos&#8221; em seu perfil no Orkut. Al&#233;m disso, restringiu o acesso ao MSN. Mesmo assim, o tormento continua. As meninas de sua sala enviam mensagens depreciativas, com apelidos maldosos e recados humilhantes, para amigos comuns.&#60;br /&#62;
Os qualificativos mais leves s&#227;o &#8220;nojenta, nerd e l&#233;sbica&#8221;. Outros textos dizem: &#8220;Voc&#234; deveria parar de falar com aquela piranha&#8221; e &#8220;A emo j&#225; mudou a sua cabe &#231;a, hein? V&#225; pro inferno&#8221;. Ana, &#233; claro, fica arrasada. &#8220;Uso preto, ou&#231;o rock e pinto o cabelo. Curto coisas diferentes e falo de outros assuntos. Por isso, n&#227;o me aceitam.&#8221;&#60;br /&#62;
(Beatriz Santomauro. Nova Escola, junho/julho 2010. Adaptado.)&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
Conforme o texto,&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
(A) o desenvolvimento da tecnologia extinguir&#225; o problemas do cyberbullying entre os jovens.&#60;br /&#62;
(B) apenas os jovens que n&#227;o frequentam a escola s&#227;o perseguidos implacavelmente pela internet.&#60;br /&#62;
(C) Ana &#233; v&#237;tima do cyberbullying porque tem gostos e interesses que seu grupo social n&#227;o aprecia.&#60;br /&#62;
(D) os qualificativos enviados pelas colegas de sala a amigos comuns levaram Ana a usar preto e pintar o cabelo.&#60;br /&#62;
(E) a restri&#231;&#227;o do acesso ao MSN e o uso mais limitado do Orkut eliminam, significativamente, problemas de cyberbullying.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3466]]></link>
				<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Biologia]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFSCar &#8211; 2005)&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
C&#233;lulas eucari&#243;ticas dipl&#243;ides em interfase foram colocadas para se dividir em um tubo de ensaio contendo meio de cultura, no qual os nucleot&#237;deos estavam marcados radiativamente. Essas c&#233;lulas completaram todo um ciclo mit&#243;tico, ou seja, cada uma delas originou duas c&#233;lulas filhas.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
As c&#233;lulas filhas foram transferidas para um novo meio de cultura, no qual os nucleot&#237;deos n&#227;o apresentavam marca&#231;&#227;o radiativa, por&#233;m o meio de cultura continha colchicina, que interrompe as divis&#245;es celulares na fase de met&#225;fase. Desconsiderando eventuais trocas entre segmentos de crom&#225;tides de um mesmo cromossomo ou de cromossomos hom&#243;logos, a marca&#231;&#227;o radiativa nessas c&#233;lulas poderia ser encontrada&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
(A) em apenas uma das crom&#225;tides de apenas um cromossomo de cada par de hom&#243;logos.&#60;br /&#62;
(B) em apenas uma das crom&#225;tides de ambos cromossomos de cada par de hom&#243;logos.&#60;br /&#62;
(C) em ambas as crom&#225;tides de apenas um cromossomo de cada par de hom&#243;logos.&#60;br /&#62;
(D) em ambas as crom&#225;tides de ambos cromossomos de cada par de hom&#243;logos.&#60;br /&#62;
(E) em ambas as crom&#225;tides de ambos cromossomos de cada par de hom&#243;logos, por&#233;m em apenas 50% das c&#233;lulas em met&#225;fase.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3465]]></link>
				<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Inglês]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UNIFESP &#8211; 2011)&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
To Scientists, Laughter Is No Joke - It&#8217;s Serious&#60;br /&#62;
March 31, 2010.&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
So a scientist walks into a shopping mall to watch people laugh. There&#8217;s no punchline. Laughter is a serious scientific subject, one that researchers are still trying to figure out. Laughing is primal, our first way of communicating. Apes laugh. So do dogs and rats. Babies laugh long before they speak. No one teaches you how to laugh. You just do. And often you laugh involuntarily, in a specific rhythm and in certain spots in conversation.&#60;br /&#62;
You may laugh at a prank on April Fools&#8217; Day. But surprisingly, only 10 to 15 percent of laughter is the result of someone making a joke, said Baltimore neuroscientist Robert Provine, who has studied laughter for decades. Laughter is mostly about social responses rather than reaction to a joke. &#8220;Laughter above all else is a social thing,&#8217;&#8217; Provine said. &#8220;The requirement for laughter is another person.&#8217;&#8217;&#60;br /&#62;
Over the years, Provine, a professor with the University of Maryland Baltimore County, has boiled laughter down to its basics. &#8220;All language groups laugh &#8216;ha-ha-ha&#8217; basically the same way,&#8217;&#8217; he said. &#8220;Whether you speak Mandarin, French or English, everyone will understand laughter. ... There&#8217;s a pattern generator in our brain that produces this sound.&#8217;&#8217;&#60;br /&#62;
Each &#8220;ha&#8217;&#8217; is about one-15th of a second, repeated every fifth of a second, he said. Laugh faster or slower than that and it sounds more like panting or something else. Deaf people laugh without hearing, and people on cell phones laugh without seeing, illustrating that laughter isn&#8217;t dependent on a single sense but on social interactions, said Provine, author of the book &#8220;Laughter: A Scientific Investigation.&#8217;&#8217;&#60;br /&#62;
&#8220;It&#8217;s joy, it&#8217;s positive engagement with life,&#8217;&#8217; said Jaak Panksepp, a Bowling Green University psychology professor. &#8220;It&#8217;s deeply social.&#8217;&#8217; And it&#8217;s not just a people thing either. Chimps tickle each other and even laugh when another chimp pretends to tickle them. By studying rats, Panksepp and other scientists can figure out what&#8217;s going on in the brain during laughter. And it holds promise for human ills. Northwestern biomedical engineering professor Jeffrey Burgdorf has found that laughter in rats produces an insulin-like growth factor chemical that acts as an antidepressant and anxietyreducer. He thinks the same thing probably happens in humans, too. This would give doctors a new chemical target in the brain in their effort to develop drugs that fight depression and anxiety in people. Even so, laughter itself hasn&#8217;t been proven to be the best medicine, experts said.&#60;br /&#62;
(www.nytimes.com. Adaptado.)&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
According to the text,&#60;br /&#62;
&#60;br /&#62;
(A) chimpanzees have the same laughing pattern as humans.&#60;br /&#62;
(B) one responds to laughing if people around are laughing too.&#60;br /&#62;
(C) laughter is prompted mostly by a joke or a trick.&#60;br /&#62;
(D) both Provine and Panksepp agree that laughter is a social response.&#60;br /&#62;
(E) children laugh as soon as they start learning a language.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3464]]></link>
				<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Geografia]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFABC &#8211; 2009)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#201; importante considerar a energia e&#243;lica como uma fonte alternativa para compor a matriz energ&#233;tica brasileira.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Considere as afirma&#231;&#245;es a seguir.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;I. As fontes renov&#225;veis t&#234;m um peso muito pequeno na matriz energ&#233;tica brasileira.&#60;br /&#62;
II. No Nordeste h&#225; grande potencial e&#243;lico, sobretudo nas &#225;reas pr&#243;ximas ao litoral.&#60;br /&#62;
III. Uma das tend&#234;ncias mundiais, acompanhadas pelo Brasil, &#233; a busca de fontes de energia renov&#225;veis.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Est&#225; correto somente o que se afirma em&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) I.&#60;br /&#62;
(B) II.&#60;br /&#62;
(C) I e II.&#60;br /&#62;
(D) I e III.&#60;br /&#62;
(E) II e III.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3463]]></link>
				<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Química]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFMT &#8211; 2006)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Desde o in&#237;cio da Revolu&#231;&#227;o Industrial at&#233; os dias de hoje, a concentra&#231;&#227;o do CO&#60;sub&#62;2 &#60;/sub&#62;atmosf&#233;rico aumentou de 280 ppm (parte por milh&#227;o), aproximadamente, at&#233; 375 ppm (todas as medidas em volume). Muitos climatologistas t&#234;m constatado que esse aumento de concentra&#231;&#227;o do CO2 provoca eleva&#231;&#227;o significativa da temperatura m&#233;dia do globo terrestre. Nas condi&#231;&#245;es normais de temperatura e press&#227;o (CNTP), o acr&#233;scimo ocorrido de CO&#60;sub&#62;2 &#60;/sub&#62;atmosf&#233;rico, em um milh&#227;o de litros de ar, corresponde at&#233; a:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) 95 mols de CO&#60;sub&#62;&#60;sup&#62;2&#60;/sup&#62;&#60;/sub&#62;.&#60;br /&#62;
(B) 6,02 &#215; 10&#60;sup&#62;23&#60;/sup&#62; mol&#233;culas de CO&#60;sub&#62;&#60;sup&#62;2&#60;/sup&#62;&#60;/sub&#62;.&#60;br /&#62;
(C) 9,50 &#215; 10&#60;sup&#62;23&#60;/sup&#62; mol&#233;culas de CO&#60;sub&#62;&#60;sup&#62;2&#60;/sup&#62;&#60;/sub&#62;.&#60;br /&#62;
(D) 9,50 &#215; 10&#60;sup&#62;19&#60;/sup&#62; mol&#233;culas de CO&#60;sub&#62;&#60;sup&#62;2&#60;/sup&#62;&#60;/sub&#62;.&#60;br /&#62;
(E) 4,2 mols de CO&#60;sub&#62;&#60;sup&#62;2&#60;/sup&#62;&#60;/sub&#62;.&#60;br /&#62;
&#38;nbsp;&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3462]]></link>
				<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Física]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFABC &#8211; 2009)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;As baleias deslocam-se na &#225;gua por meio de suas nadadeiras caudais horizontais. Suponha que num dia de ver&#227;o, determinada baleia de 40 toneladas de massa, numa viagem para &#225;guas mais frias em busca de alimentos, esteja se movendo horizontalmente e tenha sua velocidade aumentada de 1,4 m/s para 2,2 m/s num certo intervalo de tempo. A intensidade do impulso total aplicado sobre essa baleia, nesse intervalo de tempo, foi, em N.s, igual a&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) 16 000. &#60;br /&#62;
(B) 32 000. &#60;br /&#62;
(C) 56 000.&#60;br /&#62;
(D) 88 000. &#60;br /&#62;
(E) 144 000.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3461]]></link>
				<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Literatura]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFABC &#8211; 2009)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Leia o poema.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Vozes da morte&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Agora, sim! Vamos morrer, reunidos,&#60;br /&#62;
Tamarindo de minha desventura,&#60;br /&#62;
Tu, com o envelhecimento da nervura,&#60;br /&#62;
Eu, com o envelhecimento dos tecidos!&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ah! Esta noite &#233; a noite dos Vencidos!&#60;br /&#62;
E a podrid&#227;o, meu velho! E essa futura&#60;br /&#62;
Ultrafatalidade de ossatura,&#60;br /&#62;
A que nos acharemos reduzidos!&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;N&#227;o morrer&#227;o, por&#233;m, tuas sementes!&#60;br /&#62;
E assim, para o Futuro, em diferentes&#60;br /&#62;
Florestas, vales, selvas, glebas, trilhos,&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Na multiplicidade dos teus ramos,&#60;br /&#62;
Pelo muito que em vida nos amamos,&#60;br /&#62;
Depois da morte, inda teremos filhos!&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(Augusto dos Anjos, 1884-1914)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Ao falar da morte, Augusto dos Anjos usa em seu poema termos referentes &#224; bot&#226;nica; assim, as palavras destacadas no poema podem ser relacionadas, respectivamente, com os seguintes tecidos vegetais:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;&#60;br /&#62;
&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; nervura&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; ossatura&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; sementes&#60;br /&#62;
(A)&#38;nbsp;l&#237;ber&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp;col&#234;nquima&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; meristema prim&#225;rio&#60;br /&#62;
(B)&#38;nbsp;s&#250;ber&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; col&#234;nquima&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp;embri&#227;o&#60;br /&#62;
(C)&#38;nbsp;lenho&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;escler&#234;nquima&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; s&#250;ber&#60;br /&#62;
(D)&#38;nbsp;epiderme&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; escler&#234;nquima&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp;&#38;nbsp; endosperma&#60;br /&#62;
(E)&#38;nbsp;par&#234;nquima&#38;nbsp;aer&#237;fero&#38;nbsp;/ endoderme comestrias de Caspary&#38;nbsp;&#38;nbsp;/&#38;nbsp; periciclo&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3458]]></link>
				<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Biologia]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFMT &#8211; 2006)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A embriologia e a anatomia comparadas mostram que as asas dos insetos e as das aves t&#234;m origem embrion&#225;ria diferente, embora desempenhem a mesma fun&#231;&#227;o. O fato de as aves e insetos terem asas n&#227;o significa que haja parentesco entre eles. Assinale a denomina&#231;&#227;o do fen&#244;meno que explica esse fato.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) Irradia&#231;&#227;o adaptativa.&#60;br /&#62;
(B) Converg&#234;ncia evolutiva.&#60;br /&#62;
(C) Co-evolu&#231;&#227;o.&#60;br /&#62;
(D) Blastula&#231;&#227;o.&#60;br /&#62;
(E) Homologia.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3457]]></link>
				<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Espanhol]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(PUC/RJ &#8211; 2009)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Vago, a letras; empoll&#243;n, a ciencias&#60;br /&#62;
J. A. AUNI&#211;N - Madrid - 30/06/2008&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;El alumno de letras es sociable simp&#225;tico y abierto, pero vago, incapaz, despreocupado e indeciso. El de ciencias es inteligente, serio y responsable, pero individualista, insociable, aburrido y materialista. As&#237; opinan de s&#237; mismos y de sus compa&#241;eros 36 alumnos madrile&#241;os de entre 14 y 18 a&#241;os que fueron reunidos para hablar de la elecci&#243;n de estudios que han hecho o la que est&#225;n a punto de hacer. Se trata de parte de una investigaci&#243;n cualitativa dirigida entre 2003 y 2007 por la profesora de Sociolog&#237;a de la UNED Mercedes L&#243;pez S&#225;ez, en la que los chavales reproducen el estereotipo cl&#225;sico: los vagos, a letras; los empollones, a ciencias.&#60;br /&#62;
Una imagen que afecta, por supuesto, al g&#233;nero: el chico que elija Humanidades perder&#225; caracter&#237;sticas masculinas a ojos de los dem&#225;s y se le tachar&#225; de incompetente. Igualmente, la chica que elija la rama de tecnolog&#237;a perder&#225; para sus compa&#241;eros caracter&#237;sticas t&#237;picamente femeninas de sociabilidad, se&#241;ala el estudio, titulado Diferencias en elecciones de modalidades de bachillerato entre chicas y chicos.&#60;br /&#62;
Los estereotipos conllevan simplificaci&#243;n y generalizaci&#243;n. Son injustos y muchas veces son feroces guardianes de lastres sociales, pero acaban impregnando la realidad de manera que resulta dif&#237;cil diferenciar: &#191;Es el estereotipo el que provoca una situaci&#243;n o se trata de una realidad, simplemente, generalizada? La profesora tutora de Antropolog&#237;a Social y Cultural de la UNED Mar&#237;a Dolores Aguilar habla en este caso de &#8220;naturalizaci&#243;n del estereotipo&#8221;, es decir, &#8220;convertir en realidad algo que no lo es&#8221;. Aguilar lo tiene claro: &#8220;A pesar de que la adolescencia es una etapa de rechazo al mundo adulto, los j&#243;venes son el producto de una educaci&#243;n y de una sociedad y eso es lo que reproducen&#8221;.&#60;br /&#62;
La dicotom&#237;a letras-ciencias es un cl&#225;sico. [&#8230;] &#191;Son intr&#237;nsecamente m&#225;s dif&#237;ciles las ciencias? Se habla de la dificultad de unas materias m&#225;s abstractas, que requieren &#8220;un mayor esfuerzo por parte de los alumnos&#8221;, dec&#237;a el profesor de Qu&#237;mica &#193;ngel Zamoro hace unos meses a este peri&#243;dico. Pero, aunque puede tratarse de la profec&#237;a autocumplida (por aquello de los vagos), la estad&#237;stica dice que los alumnos de Ciencias de la Naturaleza y la Salud y Tecnolog&#237;a repiten menos en 2o de bachillerato (el 22,9% y 28,9%, respectivamente) que los de Sociales y Humanidades (29,6%), y mucho menos que los de Artes (45,5%). [&#8230;]&#60;br /&#62;
&#8220;Letras se asocia a los estudios f&#225;ciles, c&#243;modos, llevaderos y pr&#225;cticos. Ciencias se asocia a estudios dif&#237;ciles, arduos, &#225;ridos, trabajosos pero con prestigio&#8221;, dice el estudio sobre las opiniones de los j&#243;venes.&#60;br /&#62;
&#8220;La tecnolog&#237;a les va a facilitar el trabajo futuro. Piensan much&#237;simo en su futuro&#8221;, apunta un docente en otra parte de la investigaci&#243;n. No es extra&#241;o, entonces, que los muchachos admitan que en la elecci&#243;n de ciencias, aunque sea a veces sutilmente, pesa la influencia familiar: &#8220;Yo creo que tus familiares siempre te van a ver mucho mejor si coges un bachillerato de ciencias que un bachillerato de letras&#8221;, dijo un alumno del bachillerato tecnol&#243;gico. &#8220;Me di cuenta de que mis padres el periodismo lo ve&#237;an como inferior a una ingenier&#237;a, que ten&#237;a como menos salidas. Entonces me metieron en la cabeza que no, que ingenier&#237;a&#8221;, se&#241;alaba otra estudiante.&#60;br /&#62;
Las ciencias suelen estar m&#225;s vinculadas a la vocaci&#243;n y una cierta claridad sobre su futuro, mientras que las letras son una elecci&#243;n m&#225;s abierta, m&#225;s relacionada con la indecisi&#243;n, seg&#250;n las perciben los j&#243;venes. Adem&#225;s, defienden que esta opci&#243;n es totalmente independiente y poco condicionada por la familia, aunque s&#237; por los amigos: &#8220;Te gu&#237;as un poco por tus amigos. Las primeras opciones que te planteas son las que van a elegir&#8221;, a&#241;ade una alumna de Humanidades y Ciencias Sociales.&#60;br /&#62;
EL PA&#205;S. 13/8/2008. &#60;a href=&#34;http://www.elpais.com&#34;&#62;www.elpais.com&#60;/a&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;En &#8220;Una imagen que afecta, por supuesto, al g&#233;nero&#8221; (p&#225;rrafo 2) lo subrayado se puede reemplazar por:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) a menudo. &#60;br /&#62;
(B) ciertamente.&#60;br /&#62;
(C) quiz&#225;s. &#60;br /&#62;
(D) probablemente.&#60;br /&#62;
(E) a lo mejor.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3456]]></link>
				<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[História]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(FATEC &#8211; 2012)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No s&#233;culo XX, os meios de comunica&#231;&#227;o de massa foram amplamente utilizados por diferentes governos como ve&#237;culos de propaganda ideol&#243;gica, um tipo de comunica&#231;&#227;o que visa formar a maior parte das ideias e das convic&#231;&#245;es dos indiv&#237;duos e, com isso, orientar todo o seu comportamento social. Um exemplo hist&#243;rico do uso dos meios de comunica&#231;&#227;o como ve&#237;culo de propaganda ideol&#243;gica ocorreu em&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) 1903 &#8211; instala&#231;&#227;o de uma esta&#231;&#227;o de tel&#233;grafo na Torre Eiffel, o que permitiu que o London Times e New York Times recebessem informa&#231;&#245;es sobre a guerra entre a R&#250;ssia e o Jap&#227;o.&#60;br /&#62;
(B) 1924 &#8211; regulamenta&#231;&#227;o pelo governo federal da qualidade e da seguran&#231;a das salas de cinema no Brasil, resultado do crescimento do circuito exibidor e do surgimento de salas destinadas &#224; elite.&#60;br /&#62;
(C) 1939 &#8211; proibi&#231;&#227;o, na Alemanha de Hitler, da audi&#234;ncia de r&#225;dios estrangeiras; no ano seguinte, todas as r&#225;dios alem&#227;s passaram a transmitir a mesma programa&#231;&#227;o de car&#225;ter ultranacionalista.&#60;br /&#62;
(D) 1948 &#8211; utiliza&#231;&#227;o, pela primeira vez, de uma TV a cabo, na cidade de Oregon, onde os sinais normais de televis&#227;o n&#227;o conseguiam chegar &#224;s resid&#234;ncias por causa do terreno montanhoso.&#60;br /&#62;
(E) 1993 &#8211; cria&#231;&#227;o, por pesquisadores americanos, do Mosaic, primeiro navegador a combinar gr&#225;ficos e texto em uma &#250;nica p&#225;gina, abrindo a web para o mundo com um software f&#225;cil de usar.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3455]]></link>
				<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Química]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFSCar &#8211; 2007)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;O &#8220;gelo seco&#8221; &#233; di&#243;xido de carbono s&#243;lido, e nas condi&#231;&#245;es ambientes sofre sublima&#231;&#227;o. Colocando-se gelo seco em contato com &#225;gua destilada contendo o indicador azul de bromotimol, observa-se que a colora&#231;&#227;o da solu&#231;&#227;o, que inicialmente &#233; verde, torna- se amarelada.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Com base nessas informa&#231;&#245;es, &#233; correto afirmar que:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) a solu&#231;&#227;o final tornou-se alcalina.&#60;br /&#62;
(B) o pH da solu&#231;&#227;o aumentou.&#60;br /&#62;
(C) as intera&#231;&#245;es intermoleculares do gelo seco s&#227;o mais intensas do que as intera&#231;&#245;es intermoleculares da &#225;gua.&#60;br /&#62;
(D) o azul de bromotimol adquire colora&#231;&#227;o amarelada em meio &#225;cido.&#60;br /&#62;
(E) o gelo seco possui intera&#231;&#245;es intermoleculares do tipo liga&#231;&#227;o de hidrog&#234;nio.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3454]]></link>
				<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Física]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(UFSCar &#8211; 2007)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Sabemos que, em rela&#231;&#227;o ao som, quando se fala em altura, o som pode ser agudo ou grave, conforme a sua frequ&#234;ncia. Portanto, &#233; certo afirmar que:&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) o que determina a altura e a frequ&#234;ncia do som &#233; a sua amplitude.&#60;br /&#62;
(B) quanto maior a frequ&#234;ncia da fonte geradora, mais agudo &#233; o som.&#60;br /&#62;
(C) o som &#233; mais grave de acordo com a intensidade ou n&#237;vel sonoros emitidos.&#60;br /&#62;
(D) sons mais agudos possuem menor velocidade de propaga&#231;&#227;o que sons mais graves.&#60;br /&#62;
(E) sons graves ou agudos propagam-se com mesma velocidade no ar e no v&#225;cuo.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3453]]></link>
				<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Matemática]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(FATEC &#8211; 2012)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Um internauta recebeu, em determinado dia, um tu&#237;te da campanha da UNICEF de ajuda humanit&#225;ria para o Chifre da &#193;frica. Considerando a import&#226;ncia dessa campanha, o internauta retu&#237;ta essa mensagem, nesse dia, para 8 de seus seguidores; e cada um deles, por sua vez, retu&#237;ta a mesma mensagem, no segundo dia, para outros 8 novos seguidores e assim por diante at&#233; o d&#233;cimo dia. Sabendo que cada seguidor retuitou para apenas 8 de seus seguidores, a ordem de grandeza do n&#250;mero de pessoas que receberam a mensagem da campanha no final do d&#233;cimo dia &#233; igual a&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;ADOTE: 2&#60;sup&#62;10&#60;/sup&#62; = 10&#60;sup&#62;3&#60;/sup&#62;&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) 10&#60;sup&#62;6&#60;/sup&#62;. &#60;br /&#62;
(B)10&#60;sup&#62;7&#60;/sup&#62;. &#60;br /&#62;
(C)10&#60;sup&#62;8&#60;/sup&#62;. &#60;br /&#62;
(D)10&#60;sup&#62;9&#60;/sup&#62;. &#60;br /&#62;
(E)10&#60;sup&#62;10&#60;/sup&#62;.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3452]]></link>
				<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Português]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(Unifesp &#8211; 2011)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Leia o texto.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Dimitria cursava a oitava s&#233;rie no col&#233;gio e desapareceu durante as f&#233;rias de julho de 2008. Segundo a pol&#237;cia, a garota avisou que iria viajar em companhia do caseiro, mas nunca mais foi vista. (...) De acordo com a pol&#237;cia, [o caseiro] Silva disse que matou a menina porque era apaixonado por ela, mas ela n&#227;o o correspondia.&#60;br /&#62;
(Folha de S.Paulo, 16.08.2010.)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;No texto, h&#225; um erro gramatical. O tipo de erro e a vers&#227;o que o corrige est&#227;o, respectivamente, em&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) uso de conectivo &#8211; Silva disse no depoimento o qual matou a menina (...)&#60;br /&#62;
(B) uso de pronome &#8211; (...) porque era apaixonado por ela, mas ela n&#227;o correspondia.&#60;br /&#62;
(C) uso de conectivo &#8211; (...) iria viajar em companhia do caseiro, por&#233;m nunca mais foi vista.&#60;br /&#62;
(D) uso de adjetivo &#8211; (...) porque era obcecado por ela, mas ela n&#227;o o correspondia.&#60;br /&#62;
(E) uso de verbo &#8211; Dimitria frequentava a oitava s&#233;rie no col&#233;gio (...)&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3451]]></link>
				<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Biologia]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(Unifesp &#8211; 2009)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A sonda Phoenix, lan&#231;ada pela NASA, explorou em 2008 o solo do planeta Marte, onde se detectou a presen&#231;a de &#225;gua, magn&#233;sio, s&#243;lido, pot&#225;ssio e cloretos. Ainda n&#227;o foi detectada a presen&#231;a de f&#243;sforo naquele planeta. Caso esse elemento qu&#237;mico n&#227;o esteja presente, a vida, tal como a conhecemos na Terra, s&#243; seria poss&#237;vel se em Marte surgissem formas diferentes de&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) DNA e prote&#237;nas.&#60;br /&#62;
(B) &#225;cidos graxos e trifosfato de adenosina.&#60;br /&#62;
(C) trifosfato de adenosina e DNA.&#60;br /&#62;
(D) RNA e a&#231;&#250;cares.&#60;br /&#62;
(E) &#193;cidos graxos e DNA.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3450]]></link>
				<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
			<item>
				<title><![CDATA[Inglês]]></title>
				<description>&#60;p&#62;(Unifesp &#8211; 2011)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Brazil: the natural knowledge economy&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Kirsten Bound &#8211; THE ATLAS OF IDEAS&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;If you grew up in Europe or North America you will no doubt have been taught in school that the Wright Brothers from Ohio invented and flew the first aeroplane &#8211; the Kitty Hawk &#8211; in 1903. But if you grew up in Brazil you will have been taught that the real inventor was in fact a Brazilian from Minas Gerais called Alberto Santos Dumont, whose 14-bis aeroplane took to the skies in 1906. This fierce historical debate, which turns on definitions of &#8216;practical airplanes&#8217;, the ability to launch unaided, length of time spent in the air and the credibility of witnesses, will not be resolved here. Yet it is a striking example of the lack of global recognition for Brazil&#8217;s achievements in innovation.&#60;br /&#62;
Almost a century later, in 2005, Santos Dumont&#8217;s intellectual heirs, the company Empresa Brasileira de Aeron&#225;utica (EMBRAER), made aviation history of a different kind when they unveiled the Ipanema, the world&#8217;s first commercially produced aircraft to run solely on biofuels. This time, the world was watching. Scientific American credited it as one of the most important inventions of the year. The attention paid to the Ipanema reflects the growing interest in biofuels as a potential solution to climate change and rising energy demand. To their advocates, biofuels &#8211; most commonly bioethanol or biodiesel &#8211; offer a more secure, sustainable energy supply that can reduce carbon emissions by 50&#8211;60 per cent compared to fossil fuels.&#60;br /&#62;
From learning to fly to learning to cope with the environmental costs of flight, biofuel innovations like the Ipanema reflect some of the tensions of modern science, in which expanding the frontiers of human ingenuity goes hand in hand with managing the consequences. The recent backlash against biofuels, which has seen them blamed for global food shortages as land is reportedly diverted from food crops, points to a growing interdependence between the science and innovation systems of different countries, and between innovation, economics and environmental sustainability.&#60;br /&#62;
The debates now raging over biofuels reflect some of the wider dynamics in Brazil&#8217;s innovation system. They remind us that Brazil&#8217;s current strengths and achievements have deeper historical roots than is sometimes imagined. They reflect the fact that Brazil&#8217;s natural resources and assets are a key area of opportunity for science and innovation &#8211; a focus that leads us to characterise Brazil as a &#8216;natural knowledge economy&#8217;. Most importantly, they highlight the propitious timing of Brazil&#8217;s growing strength in these areas at a time when climate change, the environment, food scarcity and rising worldwide energy demand are at the&#60;br /&#62;
forefront of global consciousness. What changed between the maiden flight of the 14-bis and the maiden flight of the Ipanema is not just Brazil&#8217;s capacity for technological and scientific innovation, but the rest of the world&#8217;s appreciation of the potential of that innovation to address some of the pressing challenges that confront us all.&#60;br /&#62;
(&#60;a href=&#34;http://www.demos.co.uk&#34;&#62;www.demos.co.uk&#60;/a&#62;. Adaptado.)&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Segundo o texto, a aeronave Ipanema&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) demonstrou que a pesquisa aeroespacial est&#225; progredindo por causa da disputa com os irm&#227;os Wright.&#60;br /&#62;
(B) consolidou a EMBRAER, com mais de um s&#233;culo de inova&#231;&#227;o na aeron&#225;utica, como a empresa do ano.&#60;br /&#62;
(C) chamou aten&#231;&#227;o por usar biocombust&#237;veis e at&#233; foi considerada uma das inven&#231;&#245;es mais importantes de 2005.&#60;br /&#62;
(D) deu origem ao interesse do mundo por etanol e biodiesel como alternativos aos combust&#237;veis f&#243;sseis.&#60;br /&#62;
(E) reduziu o consumo de combust&#237;vel em cerca de 50 a 60%, tornando os voos mais econ&#244;micos.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3449]]></link>
				<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
			</item>
		
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				<title><![CDATA[Geografia ]]></title>
				<description>&#60;p&#62;O ano de 2011 teve in&#237;cio com mudan&#231;as no cen&#225;rio pol&#237;tico do norte da &#193;frica. Alguns governos ditatoriais ca&#237;ram, como na Tun&#237;sia e no Egito. As manchetes dos jornais vem destacando esses fatos, ora comentando sobre o mundo &#225;rabe ora sobre o mundo mu&#231;ulmano. Sobre esses dois mundos &#233; correto afirmar que&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;(A) o mundo mu&#231;ulmano &#233; mais extenso que o mundo &#225;rabe, caracterizando conjuntos geogr&#225;ficos diferentes.&#60;br /&#62;
(B) o mundo mu&#231;ulmano &#233; territorialmente menor que o mundo &#225;rabe, porque este ocupa terras africanas, europeias e asi&#225;ticas.&#60;br /&#62;
(C) o mundo &#225;rabe est&#225; restrito &#224;s &#225;reas mediterr&#226;neas, enquanto o mundo mu&#231;ulmano avan&#231;a pela &#193;sia at&#233; o Extremo Oriente.&#60;br /&#62;
(D) ambos tem sofrido press&#245;es internacionais para que se mantenham espacialmente limitados ao norte da &#193;frica e ao Oriente M&#233;dio.&#60;br /&#62;
(E) as designa&#231;&#245;es s&#227;o sin&#244;nimos, porque esses dois mundos tem a mesma origem hist&#243;rica e ocupam o mesmo espa&#231;o geogr&#225;fico.&#60;/p&#62;</description>
				<link><![CDATA[http://www.igeduca.com.br/salaaula/vest-questaodia.cfm?qdia_id=3448]]></link>
				<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate>				
				<category>Questão do Dia</category>
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