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DIVERGÊNCIA NÃO É SINÔNIMO DE BRIGA!
Se todos pensassem da mesma forma, o mundo ficaria monótono...

Todos nós temos, em maior ou menor grau, uma grande dificuldade cotidiana para lidar com as divergências. As diferenças existem entre casais, namorados, irmãos, amigos e em qualquer tipo de relação. Interagir é conviver com pensamentos diversos. E isto é bom? É. Se todos pensassem da mesma forma, além do mundo ficar monótono, o aperfeiçoamento das idéias que promovem a evolução e o desenvolvimento do saber humano seria muito lento.

Mas, apesar das vantagens, conviver com as diferenças exige sabedoria e cuidados especiais porque elas podem originar hostilidades, ressentimentos e inimizades. E, nestes casos, nada acrescentam! Também não tem nada a ver imaginar que para se gostar de alguém é preciso pensar igual, ou concordar sempre. Isto significa abrir mão da criatividade, intuição e experiências pessoais.

Então, como lidar com as diferenças?

Exercitar seu lado conciliador, é uma boa e não significa abandonar as próprias posições. Mas é preciso desenvolver também a autocrítica para não se achar o(a) único(a) com razão. Lembre-se que idéias e decisões sempre podem ser melhoradas com a participação de outras pessoas.

Considere as dicas a seguir e avalie como anda sua performance.

- Não seja “dono da verdade”. Tente entender a opinião ou a posição dos outros. Por uns instantes adote o pensamento do outro para compreender o que a proposta tem de interessante

- Não confunda divergência com oposição. Nem sempre pensamentos diferentes são opostos, mas as pessoas ficam tão presas aos seus pontos de vista que não conseguem perceber o que há de semelhante entre eles. Quando se consegue reduzir os pontos de divergência, fica mais fácil chegar a um entendimento.

- Muitos conflitos se perpetuam por disputas pessoais: quem perde e quem ganha. É quando as pessoas se afastam das questões que interessam. Se vaidade e orgulho estão em jogo, então é hora de trocar de assunto e conversar abobrinhas.

- Nunca há uma só solução, nem uma única verdade, mas a melhor solução ou a decisão mais sensata para cada momento. Mas se você não estiver com a mente aberta acaba perdendo o foco.

- Para conciliar interesses é preciso ceder em algumas coisas. Numa saída familiar ou de grupo, por exemplo, faça concessões (de boa vontade!) para que os outros também se sintam satisfeitos.

- Respeito é fundamental para qualquer entendimento. Não baixe o nível com agressões verbais e nem dê espaço para que isto aconteça. O melhor é sair antes.

- Só é convincente quem tem bons argumentos, portanto não adianta gritar nem bater portas!

- Chantagem afetiva é golpe baixo! Tentar impor a própria vontade desta forma é imaturo.

A prática leva à competência. Portanto, mãos a obra!
 



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