Educa


Busca com a palavra exata
Área de login
 
Esqueceu sua senha?
Professor web
Escolha a matéria e faça a sua pergunta:
 
10 Coisas ...
Aula Online
Cálculos
Cantando História
Cartazes Temáticos
Educação Infantil
Especiais
Estudo Interativo
Ferramentas
Filosofando
Hora do Recreio
Jogos Educacionais
Laboratório Virtual
Literatura
Mapa de Conteúdos
Ortografia
Pesquisa Escolar
Sociologia
Tirando de Letra
Aprenda Sozinho
Colunistas
Conhecendo seus Filhos
Convivendo com a Diferença
Desvendamos Mistérios
Dia-a-Dia
Finanças Pessoais
Leitura Dinâmica
Meninos e Meninas
Nunca é Tarde para Aprender
Pais, Filhos e Netos
Papo Sério
Que Dia é Hoje
Saúde e Bem Estar
Fale conosco
Twitter

 HOME Educa » FAMÍLIA » CONVIVENDO COM A DIFERENÇA 


Convivendo com a Diferença
rss
Data: 31/07/2011 
compartilhe em: Twitter Facebook Windows Live del.icio.us Digg StumbleUpon Google  recomende!
   Últimos textos
publicados
 

Estupro e a benevolência cultural

Bibliotecas: zonas de paz

Os avós descolados da Espanha

Natal: a festa que reúne gerações

Adolescente paquistanesa faz a diferença

Uruguai despenaliza aborto

PRECONCEITO E POBREZA IMPEDEM A PREVENÇÃO DA AIDS
Desafiando a pobreza para combater a doença

A Aids é a epidemia mais letal conhecida pela humanidade, pois já atingiu 60 milhões de pessoas. A epidemia misteriosa que há 30 anos apavorou o mundo,  e até foi chamada de “praga gay”, foi considerada por muito tempo uma sentença de morte de curto prazo.

Hoje, nem sempre é assim. Os avanços da ciência e da tecnologia permitiram não só ações preventivas eficazes como também tratamentos que garantem maior longevidade e qualidade de vida aos portadores da síndrome.

Mas, o acesso a tais recursos esbarra em preconceito e desenvolvimento. Embora há dez anos os líderes mundiais tenham considerado a Aids uma emergência global, abrindo espaço para pactos e ações, como por exemplo, a redução do preço das drogas do coquetel, os rumos da epidemia seguem de forma diferente nas várias partes do planeta.

O preconceito que mata

Existem países em que as leis homofóbicas e as leis que criminalizam os profissionais do sexo impedem políticas públicas de prevenção à Aids. Podemos dizer que essas leis condenam antecipadamente esses grupos à exposição e ao desenvolvimento da doença e até mesmo à morte por desassistência e desinformação.  Essa é uma das razões de haver, no mundo, dez milhões de infectados de HIV ainda sem tratamento. As sociedades em que esses cidadãos são considerados de “segunda categoria” ou “invisíveis” se negam a oferecer às prostitutas, aos homens que fazem sexo com homens e aos viciados em drogas acesso aos serviços de prevenção e aos medicamentos necessários.

E não são poucos os lugares onde prevalece esse tipo de preconceito. Segundo Michel Sidibé, diretor geral do Programa de Aids das Nações Unidas, em 116 países existe algum tipo de lei que criminaliza os profissionais do sexo e em 79 nações há leis homofóbicas ou que simplesmente não reconhecem a existência de homossexualismo.

Para que o combate à epidemia se estenda a todas as nações é preciso antes combater o estigma e a discriminação.

Desafiando a pobreza 

Quanto menos justiça, educação e nutrição, mais Aids, constata a ONU. A  Aids mostra que o valor da vida não é o mesmo nas diversas partes do mundo. Em alguns lugares, as pessoas não morrem mais da doença, nem bebês nascem mais com o vírus. Nos países desenvolvidos e em alguns países considerados “em desenvolvimento”, a epidemia está decrescendo ou está sob controle em resposta ao compromisso e a estratégia de combate adotados pelos governos.

O Brasil estabilizou o curso da epidemia desde 2000, como resultado de um trabalho iniciado quatro anos antes, com a distribuição de remédios, de preservativos e de campanhas. Quando começaram a combater a epidemia, Brasil e África do Sul tinham o mesmo nível de infecção, hoje, é evidente a diferença: o Brasil tem 0,6 de infectados enquanto a África do Sul quase 20%.  

Em países do bloco pobre existem milhões de pessoas esperando tratamento e cerca de 400 mil bebês nascendo com Aids todos os anos. Uma bola de neve que se avoluma por causa do preconceito e da miséria.



Deixe seu comentário
Seu nome:
Seu e-mail:
Código de segurança:   
Veja os comentários

Muito bom o comentário a respeito da AIDS no Brasil. Isso mostra a outra face que temos: um país de pessoas conscientes em relação a AIDS. Valeu!!!
Enock

Matéria interessante. Que bom que o Brasil evoluiu na prevenção e tratamento da AIDS
Nezivânia Batatinha

Infelizmente o Preconceito e a Miséria ainda existe nos dias atuais. Se certos paises esquecerem a Homofobia e investirem na redução da pobreza... Pode ser que a Aids sofra uma redução brusca. Por enquanto pessoas continuam morrendo com o Virus, mundo afora.
Igor Goes Antero

   
   Veja outras matérias desta seção: